Matrimonio é o sonho de Deus para o homem e a mulher...Não é algo descartável que se desmancha ao toque de qualquer tempestade. Ele é algo construído dia-a-dia com pequenos gestos repletos de plenitude de amor. Um amor que não se cansa que se renova sempre. Que se perdoa a cada momento...um amor baseado em DEUS e no DIALOGO...Este sim é duradouro!!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Renove-se no Espírito a
cada dia
Precisamos ser
batizados no Espírito Santo todos os dias. Nossos grupos de oração e nossas
comunidades precisam ser mananciais aos quais retornamos a cada semana, pois
somos pessoas necessitadas do Espírito Santo Paráclito.
Nossos grupos de
oração e comunidades precisam ser como piscinas nas quais mergulhamos no
Espírito Santo. Ao chegar secos, devemos mergulhar na oração, no louvor, na adoração a Deus, para nos encher
novamente. Dessa forma toda impureza e toda contaminação contraídas durante a
semana vão embora, porque voltamos à fonte, ao manancial, ou seja, novamente
nos banhamos [na Água Viva do Espírito Santo]. Estamos prontos para recomeçar.
A grande graça é unir o divino e o humano em nós,
já que só com as forças humanas não conseguimos quase nada. Por outro lado,
Deus poderia, mas não quer, fazer nada sem a nossa participação. O segredo está
em unir o natural e o sobrenatural em todas as situações de nossa vida.
Somos renovados no Espírito a cada dia, mantendo
uma vida de oração, de participação nos sacramentos da confissão e da
Eucaristia, renunciando a todo pecado, vivendo a caridade com os irmãos,
alimentando a alma com a Palavra de Deus e trabalhando pelo Reino de Deus, em
união com a Igreja e seus pastores.
Monsenhor Jonas Abib
quinta-feira, 8 de março de 2012
Vivendo o exercício do Jejum crescemos na virtude da ESPERANÇA
Neste caminho quaresmal rumo a Páscoa não é a toa que a Santa Mãe Igreja nos propõe os exercícios quaresmais de conversão Oração, Jejum e Esmola, pois ao vivermos estes três exercícios crescemos nas virtudes teologais da fé, esperança e caridade. Essa é a trilha básica para o caminho de santidade de todo o cristão, não somente por quarenta dias, mas para toda a sua vida.
Se a oração atinge o relacionamento do homem com Deus, o jejum o celebra no seu relacionamento com os bens criados na virtude da esperança.
No seu relacionamento com a natureza criada, o homem é chamado a ser livre, a ser senhor da criação. Acontece porem, que muitas vezes se escraviza a ela. Por isso, a Igreja convida o homem a realizar um gesto de liberdade e de respeito em relação aos bens criados, através do rito do jejum.
O rito do jejum não vale pelo que é, mas pelo que significa. Na ação de comer e de beber é que o homem mais se apropria das coisas. Ele mesmo consome a comida; ele a faz tornar-se parte de si mesmo. Não só dela se apodera, mas muitas vezes, apoderando-se dela, a ela se escraviza. Por isso, o alimento e a bebida tornam-se símbolo de tudo quanto envolve o homem.
Jejuar é abastecer-se de um pouco de comida ou bebida. É estabelecer o correto relacionamento do homem com a natureza criada. A atitude de liberdade e de respeito diante do alimento torna-se símbolo de sua liberdade e respeito para com tudo quanto o envolve e o pode escravizar: bens materiais, qualidades, opiniões, idéias, pessoas apegos e assim por diante.
Temos mais. Jejuar significa fazer espaço em si. Fazer espaço para Deus, fazer espaço para o próximo, fazer espaço para os valores que permanecem. Jejuando, a Igreja evoca o Cristo jejuando quarenta dias no deserto, o Cristo em sua atitude de liberdade e de domínio sobre a natureza e sobre o mal. Evocando-o, torna-o presente hoje.
A Igreja constituí o prolongamento do Cristo livre, do Cristo rei da criação. A Igreja exercita e celebra a atitude de liberdade e respeito diante da natureza durante a Quaresma, para que os cristãos vivam sempre esta atitude de harmonia com a natureza, usando dos bens para o seu crescimento em Deus. Temos, portanto, um exercício de conversão.
Meu GPS é Jesus
Enfim, como funciona um GPS?
Ao pegar o carro e ir para um lugar desconhecido, configura-se o endereço de destino e o GPS vai dando as direções. "Na rua fulano de tal vire a direita", mas se você se considera esperto e sabe boa parte do caminho, vai se dirigindo da forma que bem entender e o GPS vai falando, "Recalculando nova rota", e novamente está a postos para te dar as coordenadas, esperando que você as aceite.
Assim Jesus faz conosco dia a dia. Ao nascermos a nossa rota para o Céu foi traçada e ao contrário do GPS é Jesus quem fala, na "Na próxima rua vire a direita", mas quando crescemos e nos achamos mais espertos, começamos a decidir por nós mesmos o melhor caminho e não entramos na rua que Jesus indicou, por não ser tão bonita como a rua seguinte que eu decido seguir. Algumas vezes quebramos a cara, mas Jesus sempre recalcula uma nova rota e nos mostra o caminho novamente.
Existem situações em que passamos anos sem seguir o GPS, viajando somente pelas nossas próprias convicções, mas pelo arrependimento e a confissão podemos começar a seguir a rota traçada por Jesus novamente, pois sempre uma nova rota estará pronta a nos guiar.
Somos livres para seguir ou não, aquilo que Jesus quer de nossas vidas, Ele mesmo nos deu o livre arbítrio, somos responsáveis por nossas decisões durante toda a vida e por isso não temos o direito de reclamar ao Senhor.
Nunca esqueça que uma nova rota estará sempre calculada para que possamos encontrar o caminho correto, nunca desligue esse GPS mesmo que você esteja na rota errada e se por acaso tenha desligado, ligue-o novamente, pois para um lindo caminho Ele te guiará.
Fique com Deus.
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